quinta-feira, 20 de abril de 2017
Baleia azul e jovens que se mutilam
A paz meu amigo! Tem já um tempo que fiz uma palestra sobre este assunto e na época fiquei muito impressionado com o que vi ao pesquisar na Net sobre suicídio juvenil e hoje depois de 2 anos eu acho, que é o tempo que fiz esta palestra, as coisas estão muito mais intensas no meio dos jovens.
O que vi ao entrar em sites e blogs é triste demais, esse mal da baleia azul tem toda essa força, pois não são poucos os jovens que vivem com problemas psicológicos, jovens que sofreram ou sofrem diversos tipos de traumas e impactos da vida como morte de entes queridos, brigas familiares, brigas constantes de pais, quando não a separação dos mesmos, por sofrerem zoações e escárnios na escola por terem uma aparência diferente ou pelo seguimento religioso, por relacionamentos frustrados e etc... São inúmeros os casos que fazem dos adolescentes os principais alvos, pois se encontram vulneráveis.
Como havia dito, "quem é o culpado?"
Os criadores do jogo? Os pais? As autoridades? A internet? Os jovens?
Todos tem sua parte de culpa, porém a maior parte ainda está com os pais, pois na maioria das vezes os filhos não os tem por perto dando atenção necessária pra essa fase tão decisiva, pais que atuam na vida dos filhos de forma muito permissiva, namoros fora do tempo, internet liberada sem acompanhamento, saídas com amigos e a qualquer hora, geram consequências devastadoras, pais que enchem seus filhos de compromissos e cursos pra ocupá- los enquanto estão ausentes por conta de trabalho ou até mesmo dos compromissos com a igreja.
Filhos que encontram em "curadores" um amigo que seus pais não tem sido. Filhos que desabafam em sites de depressão que não são vistos dentro de suas casas, estes filhos tem uma boa internet, tem roupas de marca e um bom smartphone, mas não tem a atenção devida dos pais.
Os jovens têm sua grande parcela de culpa, porém se mostram inconsequentes. Infelizmente por viverem de forma tão permissiva entram em buracos tão fundos que não conseguem sair depois, não conseguem medir as consequências desses caminhos obscuros que escolhem trilhar.
Outro grande motivo é o desejo de auto- afirmação, eles sentem a necessidade de provar que são fortes e corajosos, que não são mais crianças, disfarçando seus medos acabam aceitando desafios para provarem algo a alguém ou a si mesmos. A questão do desafio é tentadora, pois o jovem de hoje na maioria das vezes tem prazer em viver perigosamente e tem prazer em compartilhar fotos e vídeos de seus atos de "coragem".
É desse jeito que Satanás tem armado seu laço e é desse jeito que muitos estão caindo.
A Bíblia diz que Absalão após matar seu irmão fugiu de sua terra e de sua casa e que depois de algum tempo sentiu desejo de voltar pra casa e pediu ao seu tio que falasse com Davi seu pai, ele ignorou o pedido de Absalão, Absalão colocou fogo no campo de cevada de seu tio pra chamar a atenção, pra que pudesse ter também a atenção de seu pai.
Uma pena que isso está se repetindo e cada vez mais intensamente na vida de jovens, pois para chamarem a atenção de seus pais precisam "colocar fogo" em alguma coisa, precisam destruir algo, algo tipo suas próprias vidas. Que não seja necessário isso acontecer dentro de nossas casas, que esse mal não tenha lugar na vida de nossos filhos, não por falta de amor, dedicação e importância da nossa parte de pais e líderes dentro das nossas casas.
Que possamos vigiar mais como casais, evitar brigas e discussões que não levam a família a lugar nenhum, pelos contrário, que só trazem feridas na alma, feridas que tem acometido jovens e crescendo em suas mentes como câncer, que antes de pensar em separação possamos aceitar a grande responsabilidade de criar nossos filhos "no" caminho que deve andar, pois tudo que aprende de nossos exemplos e atitudes poderá reproduzir na sua própria família. Que nos esforcemos em ser os melhores amigos, amigos pra qualquer momento e situação.
Por que se mutilam???
Este é já um problema de longa data, pois não é de hoje que jovens vivem essa prática, pois encontrar nisso uma forma de aliviar as pressões de seus corações, com navalhas se cortam e se queimam também. Percebemos que se estão se punindo como que sentissem culpados pelos problemas recorrentes, na maioria das vezes familiares e relacionamentos mau acabados, se sentem culpados pela separação dos pais em alguns casos.
Com esse novo "jogo" os jovens que já viviam este dilema se sentiram encorajados a trazer emoção sem precisar deixar a melancolia, pois os desafios que lhe são dados continuam lhes fazendo depreciar a vida. Os jovens que até então tinham como hábito se cortarem e queimarem agora são encorajados a ir mais além, a tirar suas próprias vidas.
O que me chama a atenção nisso tudo é o fato do jogo ter 50 desafios e que não serão cumpridos em uma semana, levará um tempo até que se cumpra tudo e por fim o suicídio, porém neste percurso os pais ou os amigos mais chegados deveriam notar que algo está errado, deveriam perceber os sinais que este jovem apresenta, pois este jovem será também muito encorajado no fim a tirar sua vida visto que ninguém o enxergou durante todo o percurso e seu pensamento será "ninguém me ama, ninguém me vê", esta é uma frase muito comum em outros blogs de depressão.
Os pais precisam atentar para o comportamento de seus filhos, pois chegar ao desafio 50 já é uma grande demonstração do quanto vivem afastados, precisam atentar e perceberem se esse jovem não tem se relacionado com amigos e caso tenha amigos, saber quem são e como são, geralmente um jovem que vive esse quadro depressivo não quer se relacionar, prefere viver confinado dentro de seu quarto, dispensa momentos que possa promover lazer, não se relaciona afetivamente, ouve músicas melancólicas que são verdadeiras trilhas sonoras de desgraça, lêem livros com histórias pesadas, quando chegam ao ponto de se mutilarem usam roupas longas mesmo no calor para esconderem suas marcas seja de cortes ou de queimaduras. É exigido dos pais que observem, acompanhem sites que visitam e conversas em redes sociais.
Abrindo a mente!!!
As vezes as coisas realmente não saem como esperamos, nossos grandes heróis em uma parte da nossa vida acabam se transforman nos grandes vilões, acabam sendo o motivo das maiores batalhas que travamos dentro de nós, sendo assim sentimos a frustração de perder os maiores amigos que essa vida poderia nos oferecer, de certa forma nossa vida acaba se tornando um cenário de cor opaca, acinzentada, sem brilho e sem sabor, acreditamos que isso é o que resta e que nunca mais viveremos de forma plena. Não percebemos que na maioria das vezes nossa mente se fecha por conta da contemplação exagerada que fazemos às tragédias, fechamos nossa mente ao deixar de olhar para as cores do mundo, para os olhos brilhantes e cheios de luz de quem nos ama, entregamos os pontos porque nos sentimos feridos e acabamos nos ferindo cada vez mais, não percebemos que nos amarramos na dor, nos amarramos em decepções.
Os maiores e mais emocionantes desafios da vida não são os que te levam ao encontro das morte e sim os que te fazem lutar pela vida, lutar por quem precisa de uma mão estendida, pois as mãos que usa para se machucar poderiam ser usadas para levantar alguém do chão.
Existem algumas formas de renovar seu entendimento, mas pra que isso aconteça é necessário decidir ter uma nova vida, pois essa nova vida renovará sua mente e essa nova vida podemos encontrar em Deus.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Missões nas tribos no Maranhão
Tem um livro que li a alguns anos que sempre me inspirou, as histórias dos "heróis da fé", essas histórias despertaram em mim ao longo do tempo sede de viver experiências extraordinária na questão da evangelização daqueles que ainda não foram alcançados. Um desses heróis é David Brainerd o arauto aos peles vermelhas, este era um homem branco, mas que sentiam- se direcionado por Deus a pregar aos nativos das florestas em tempos que conflitos entre homens brancos e peles vermelhas eram comuns. Segundo a história estava ele caminhando na mata e sendo seguido pelos nativos que pretendiam matá- lo, mas ao vê- lo de joelhos, sozinho de noite no meio da floresta não o fizeram, perceberam que aquele homem não era um inimigo. David não sabia a língua dos peles vermelhas, mas mesmo assim não rejeitou a chamada que lhe foi feita em seu coração, deixando tudo pra trás foi ao encontro das almas necessitadas, uma das partes que mais me chama a atenção e me deixa maravilhado é quando ele tendo somente um dos nativos como intérprete e este estava bêbado, mesmo assim foi através deste "índio" bêbado que ele alcançou quase todos os nativos daquele lugar.
Ler história como essa nos inspira, nos motiva e impulsiona a buscar as mesmas experiências, o campo missionário é sempre muito desafiador, cheio de embaraços e dificuldades que apenas com fé em Jesus poderemos ser bem sucedidos.
No Maranhão conhecemos mais uma pessoa que deveria entrar neste livro que poderia ter muito mais páginas e nomes de heróis da fé, gente que se deu completamente pelas almas, gente que fez da vida de nativos a sua própria vida, missionária Irani Avelino de Jesus que a mais de 20 anos está no campo indígena falando fluentemente uma de suas línguas e muita avançada em uma segunda língua indígena, alcançando vidas para o Reino, preservando a sua cultura e sendo um referencial, um pouco distante da vista de muitos que precisam de um referencial como foi meu caso até passar uns dias ali.
É desejo de Deus levantar homens que saiam de seu habitar para ir ao encontro de um povo não alcançado, Jesus é o maior exemplo disso, pois estando no céu, cercado de anjos, sendo adorado, deixou toda a sua glória, o seu trono e tomando a forma de homem nasceu numa estrebaria, trocar um trono por uma manjedoura é parte da cruz de Jesus, Ele é com certeza o nosso maior exemplo de missionário, vejo Neemias tão distante de Jerusalém, mas não fica bem por saber que seu povo estava em desprezo e miséria e deixa o conforto do palácio, as delícias de sua mesa pra ir ao encontro de uma grande obra de restauração. Assim é a vida do missionário que se dispõe a ir ao campo, ele deixa seu trabalho, sua casa, amigos, seu conforto e vai ao encontro de vidas que precisam de salvação.
Um missionário deixa uma obra grande já estabelecida as vezes pra começar do zero.
A igreja em Jerusalém estava vivendo um crescimento extraordinário, pois no dia de Pentecostes ao abrir as portas quase 3 mil almas se converteram com apenas uma pregação e depois quase 5 mil (At 4.4), e ainda diz que todos os dias acrescentava o Senhor à igreja a vida daqueles que seriam salvos, porém a ordem era pregar em Jerusalém, Judéia, Samaria e até os confins da terra (At 1.8).
Quem quer sair de uma igreja cheia do Espírito Santo e vivendo a chama acesa do primeiro amor? Que todos os dias ganha almas para o Reino? Quem deixaria uma igreja avivada dessas pra pregar para Samaritanos?
Após a perseguição em Jerusalém e a morte de Estevão o povo foi obrigado a fugir de Jerusalém e com isso foram levados a pregar o evangelho como havia sido ordenado por Jesus. Deixar o conforto de uma grande igreja estruturada pra ir ao encontro de pessoas que muitas vezes julgamos ser perda de tempo ou impossível de alcançar é muito difícil, mas é a vontade de Deus para a vida de todos nós. Um dia Thiago e João perguntaram a Jesus se não queria que pedisse fogo dos céus para consumir os Samaritanos porque rejeitaram o evangelho (LC 9.54), Jesus os ensinou que não veio para destruir, veio para salvar. Ao olharmos noticiários e comportamento de povos não alcançados, ao observar sua dureza de coração muitos acreditam não valer a pena ir até lá, quando na verdade essa é a vontade de Deus, o maior exemplo disso hoje são os paises em conflitos, enquanto muitos entram em barcos e ficam a deriva para sair de seus países missionários cheios do amor de Jesus procuram uma brecha para entrar para levar a Palavra.
A perseguição e a morte de Estevão fez com que Felipe fosse pra Samaria e chegando lá começou a pregar o evangelho, não puderam resistir um homem cheio do Espírito Santo e se renderam a Jesus, pessoas eram libertas e curadas, Samaritanos agora estavam sendo alcançados, não porque alguém se dispôs a ir até lá, mas por conta de uma grande perseguição e morte de um grande irmão em Jerusalém, sair de Jerusalém eu acredito não estava nos planos de ninguém, mas era a vontade de Deus e foi preciso algo acontecer para que se cumprisse, acredito que nessa altura da leitura já podemos entender que a igreja faz a missão tanto espontaneamente, como também faz após Deus permitir alguns "incentivos", Felipe saiu de Jerusalém pra salvar sua vida e chegando em Samaria foi instrumento de Deus pra salvar a vida de muitas outras vidas. Que nunca seja necessário pressões como está para cumprimos o nosso chamado à missão!
Após tantas conversões Felipe chama duas das colunas da igreja primitiva para ir em Samaria ver o que estava acontecendo, pois muitos eram os que criam em Jesus. João é um deles, aquele que um dia desejou pedir fogo que consumisse os impenitentes Samaritanos, agora ao entrar na cidade se depara com irmãos que o saúdam com a mesma fé no Filho de Deus, a Bíblia vai nos dizer que João pede a Deus fogo dos céus sobre os Samaritanos, só que agora não é para consumí- los e sim para enche- los:
Atos dos Apóstolos: 8. 14. Os apóstolos, pois, que estavam em Jerusalém, tendo ouvido que os da Samária haviam recebido a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João; 15. os quais, tendo descido, oraram por eles, para que recebessem o Espírito Santo. 16. Porque sobre nenhum deles havia ele descido ainda; mas somente tinham sido batizados em nome do Senhor Jesus. 17. Então lhes impuseram as mãos, e eles receberam o Espírito Santo.
Felipe saiu de Jerusalém a "igreja sede" e foi para um lugar que Jesus havia mandado ir e mesmo não tendo uma igreja edificada ali ele mesmo foi a igreja é a partir dali os Samaritanos foram impactados com a verdade e o poder de Deus. Mas isso não era suficiente pra Deus, mesmo depois de conseguir muitos membros para a nova igreja que estava ali em Samaria e agora todos ainda eram batizados com o Espírito Santo (imaginem o avivamento), Deus chama Felipe para uma outra missão.
At 8.26 "Vai para o deserto"
Depois de sair de uma igreja como a de Jerusalém, depois de fundar a igreja de Samaria a missão ainda não havia sido completada, existia um homem no caminho de Gaza no meio do deserto e Felipe deveria pregar pra ele. Penso que Deus tira Felipe do meio de multidões para um evangelismo pessoal, pregar apenas para uma pessoa...
"As vezes as maiores pregações são ministradas pra uma única pessoa."
Essa parte do texto nos ensina muito, nos ensina que uma grande missão não se limita a estar pregando a multidões de espectadores, nos ensina o valor da evangelização pessoal, aquela que nos aproveitamos de situações corriqueiras pra falar do amor de Deus, seja na sala de aula, no trabalho, no ônibus, ou em sinais de trânsito, lembro- me dê uma palestra o de foi falado o testemunho de um irmão que em dias de chuva pedia carona para as pessoas que passavam de sombrinha apenas para naqueles poucos minutos entregar um folheto e falar do amor de Jesus.
Pregar a palavra é muito mais que teoria, é muito mais do que expressar palavras, é manifestar o amor de Jesus, por isso ali no Maranhão, junto às tribos kaapo e Guajajaras fomos abençoados, estávamos transbordando deste amor que constrange a todos nós pecadores e dependentes de Cristo.
1Co 13 fala sobre o amor, "ainda que eu falasse a língua dos anjos e dos homens e não tivesse o amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine". Isso é a evidência de que falar muito bem, ser compreendido e de forma que todos percebam que o que falamos trata-se de coisas santas e espirituais não é suficiente quando não manifestamos o amor, o metal e o sino que tine que Paulo fala trata-se dos meios que os pagãos usavam na época para suas convocações de cultos aos ídolos, até hoje em alguns lugares perdura a prática. Paulo quer dizer que não importa a boa oratória, eloquência e conhecimento, pois tudo isso pode ser comparado às convocações pagãs que ajuntava o povo, mas não promovia mudança de vida, restauração e salvação.
Deus continue levantando missionários, Deus continue nos vendo sempre disponíveis para o seu "IDE", Deus continue abençoando nossos irmãos no campo.
Existem momentos que vivemos na vida que mudam completamente nossa maneira de viver, isso faz parte das fases naturais de todo o ser humano, crescer e amadurecer é normal, mas existem também momentos que só acontecem quando rompemos o limite do natural, o limite das "intenções" e vivemos a ação. A ação de ir, de fazer, de tocar, de olhar nos olhos de nossos semelhantes e digo de nossos semelhantes que são também necessitados e carentes de amor, amor além de palavras, amor que não se compara ao "sino que tine"...
Nestes dias junto com pessoas que não conhecia muito bem, mas que juntos na mesma missão vi o quanto nosso sentimento, desejo e motivação eram semelhantes, ajudar o próximo sem pensar na distância, no que iríamos comer ou até mesmo nos desafios inesperados que poderíamos encontrar, todos tinham uma só intenção, intenção de manifestar o amor a muitos que nem nossa língua falavam. E aquilo que parecia inalcançável aconteceu, acertamos um alvo muito mais além de um mamão na mira de uma flecha, acertamos os corações dos nossos irmãos indígenas. Sabe por que isso, porque na verdade estávamos transbordando o amor pelas almas, tudo o que queríamos é que pudessem entender que somos um povo só, que todos estamos na mesma linha de dependência do Criador, pra nós Deus, pra eles "Tupã". Aprendemos muito com àqueles que pretendíamos ensinar, aprendi com meus irmãos e que de certa forma se tornaram os melhores amigos por conta da causa do mestre, pois ali cuidamos um dos outros, apoiamos e torcemos para que cada um fosse bem sucedido no que fazia de melhor. Fiquei impressionado no fluir de Deus através de cada um, percebi que a igreja no Rio e nas cidades grandes precisam torcer mais pelo outro pra que seja bem sucedidos, sem disputas, sem pódios onde um quer mostrar ser melhor que o outro. Glorifico a Deus pois aprendi que existe um lugar onde todos os servos, sejam pastores, evangelistas, presbíteros, professores de EBD de crianças se tornam um, por isso tudo aprendi que o verdadeiro missionário não está nos púlpitos, ele está no campo, olhando no olho, chorando junto com o perdido e quem sabe no "meio de uma mata", ele divide seu peixe e seu pedaço de frango, missionário vive uma vida de cruz, sofre perseguições, rejeições, passa privações, se sente sozinho, mas sente uma certeza na alma como ninguém pode explicar, sente uma chama acesa que não se apaga, sente e transborda de um amor que não se pode esquivar. Sou grato a Deus por vocês Pr Robson de Sousa, Mara Duarte, Mari Sena, Milva Alves, Flávia Ferreira, Ev Damião, Amarildo, Missionária Irani e todos da SEMADI. Que o Senhor nos dê graça e sabedoria e condições de fazer tanto nas aldeias como no nosso Rio obras como essa.
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